O silêncio que tomou o quarto do hotel após a coletiva era denso, quase palpável. Camila permanecia diante da janela, os braços cruzados sobre o peito, enquanto observava Paris, agora diferente. Pela primeira vez em muito tempo, ela sentia que havia tomado o controle da própria vida. Mas junto com a sensação de poder, veio o peso inevitável: ela havia declarado guerra.
Leonardo estava ao telefone com a segurança privada que havia contratado. Os protocolos estavam sendo revistos. O hotel agora e