O som de passos correndo no corredor parecia um martelar constante no peito de Camila. Cada batida ecoava como uma contagem regressiva. Seu corpo inteiro vibrava em alerta, os sentidos aguçados, como se o próprio instinto de sobrevivência tivesse assumido o controle.
Alexandre trancou a porta, virou-se e abriu rapidamente um compartimento escondido na parede, revelando uma escada de emergência interna, quase invisível.
— Por aqui! — ordenou ele, puxando Camila pelo braço.
— Onde isso dá? — ela