40. EM BUSCA DA VERDADE
Enquanto conversavam, ainda no interior abafado do bar, Deise e o antigo amigo seguiram em direção à saída dos fundos. Júlio, discreto e atencioso, abria caminho com naturalidade, protegendo-a com seu silêncio cúmplice.
— Sempre que precisar de mim, estarei às suas ordens. — disse ele quando chegaram à calçada deserta. — Seu pai me ajudou muito, e não esqueci.
Deise assentiu com um leve sorriso, o coração já acelerado pelo que estava por vir.
— Obrigada, Gustavo. De verdade.
Ela se afastou, atr