Capítulo 31

O clima na sala ficou denso demais para caber em palavras.

Otton ainda estava de pé, os punhos cerrados, a mandíbula travada como se qualquer movimento em falso pudesse virar violência. O pacote aberto sobre a mesa parecia pequeno demais para causar tanto estrago — dois brincos verdes reluziam sob a luz, inocentes apenas na aparência.

— Ninguém toca nisso — Mateo ordenou novamente, a voz baixa, perigosa. — Yuri, eu quero um nome. Agora.

Yuri assentiu e já se virava para sair quando Lia o chamou
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