O que ninguém sabia naquela manhã era que a morte da Japa não tinha sido o fim de nada.
Tinha sido apenas o começo.
Enquanto o Morro do Macário ainda chorava a perda de uma das pessoas mais respeitadas da comunidade, alguém observava tudo de longe.
Esperando.
Calculando.
Planejando.
Porque algumas pessoas enxergavam o luto como tristeza.
Outras enxergavam como oportunidade.
E aquele homem pertencia ao segundo grupo.
Seu nome era César Vilar, conhecido por muitos apenas como César Preto.
Durante