Marcus ainda se recuperava da visita devastadora de Sabrina.
Assim que ela saiu do escritório, com os saltos ecoando pelo corredor, Helena, aflita, surgiu à porta.
Seus olhos ansiosos e a expressão fechada denunciavam o turbilhão de pensamentos que lhe corria pela cabeça.
— Marcus — ela entrou, fechando a porta atrás de si —, pelo amor de Deus, o que aconteceu? O que aquela víbora veio fazer aqui? — perguntou, baixando a voz, mas carregada de indignação. — Você costumava dispensá-la em dois minu