Duas semanas haviam se passado desde a noite em que Marcus destruiu tudo com as próprias mãos.
Duas semanas em que a mansão havia se transformado em um mausoléu de memórias. O bar estava mais vazio, as taças mais sujas. Ele mal dormia. Não comia direito. E passava horas trancado no escritório, olhando para a mesma pasta de fotos que ainda insistia em não deletar.
As imagens, antes “provas”, agora apenas o incomodavam. Havia algo de estranho nelas. Algo que sua mãe não se cansava de repetir.
— M