A noite caiu devagar sobre a pequena casa, trazendo consigo um silêncio quase irreal.
O vento soprava leve, atravessando o quintal simples e fazendo as cortinas da sala dançarem suavemente pela janela entreaberta. A luz da lua derramava-se sobre o chão de cimento, criando sombras alongadas que pareciam se mover sozinhas.
Natasha estava sentada no degrau da varanda, abraçando os próprios braços, tentando afastar o frio que não vinha do ar — mas de dentro dela.
A casa finalmente descansava.
Sua m