— Desculpa, irmão — disse Dante, envergonhado.
— Não, não se desculpe. Como você ia saber?
— É, não tinha como saber — acrescentou Constança, com sarcasmo. — Nós também não podíamos saber que Dante estaria bêbado num dia de semana — soltou uma gargalhada. — Esqueçam, claro que sabíamos. Todos sabemos que Dante passa mais tempo bêbado do que sóbrio.
Cada palavra de Constança fazia a raiva crescer dentro dele, mas precisava se controlar. Não era o momento dele, era o de Rafael.
— Não começa, Cons