O relógio marcava 19h57 quando o som grave do motor de um carro de luxo ecoou pela rua estreita do bairro modesto onde Sophia morava. O veículo preto, de linhas elegantes e janelas escuras, parou diante da casa com precisão cirúrgica, como se cada segundo e cada movimento tivesse sido ensaiado.
Sophia estava sentada na beira do sofá, com as pernas cruzadas, as mãos repousando sobre o colo e o coração em um ritmo descompassado. Os cabelos estavam perfeitamente soltos sobre os ombros, e o vestido