A porta do quarto se fechou com um clique suave, abafando os sons de risos e conversas que ainda ecoavam da sala. O silêncio que se seguiu parecia denso, íntimo. Giovanni encostou-se à madeira por um instante, observando Sophia atravessar o cômodo com passos lentos, os pés descalços, o vestido leve desenhando sua silhueta arredondada. Ela repousou as mãos na barriga por reflexo e sorriu para ele por sobre o ombro.
— Estamos em casa — disse, baixinho.
Giovanni se afastou da porta e caminhou até