O quarto estava mergulhado em penumbra, iluminado apenas pela luz suave da televisão, onde personagens coloridos cantavam sobre coragem, magia e amizade. O som era baixo, quase um sussurro no ar. Lá fora, a brisa da noite passava pela janela entreaberta, fazendo as cortinas dançarem num balé silencioso.
Sophia estava deitada na cama com Hanna aninhada contra seu corpo. A menina, com os cabelos espalhados sobre o colo da irmã, lutava contra o sono. Seus cílios pesavam, os olhos piscavam devagar,