As manhãs ao lado de Apollo tornaram-se um refúgio para Laura. Desde o confronto no mirante, ela tentava manter a rotina, proteger o café, e, acima de tudo, proteger o que sentia. A tensão ainda rondava, como uma brisa gélida soprando pelas rachaduras das paredes. Mas, com Apollo por perto, tudo parecia suportável.
Ou quase tudo.
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Naquela segunda-feira, Laura acordou com uma sensação estranha. Como se estivesse sendo observada. Olhou ao redor do quarto e respirou fundo. Era só o silêncio. O m