Mika aparenta ter cerca de vinte e seis anos, traços orientais marcantes e olhos arregalados pelo espanto.
A mulher me olha como se tivesse visto um fantasma.
— Você... não estava morto? — sussurra em sua língua nativa.
Solto um riso baixo, sem humor.
— Parece que não.
Ela empalidece ainda mais. E eu a deixo digerir isso por um instante.
Porque querendo ou não as palavras dela mexem com algo que eu geralmente mantenho trancado. Mas agora… agora não tem como ignorar.
Porque a verdade é q