Dois meses depois...
Em um dos prédios mais altos de Chicago, encaro a movimentação lá embaixo.
Daquele ponto, a cidade parece um organismo vivo — os carros se arrastam como veias pulsando entre as avenidas, os prédios menores parecem maquetes, e as pessoas viram apenas sombras apressadas. O rio corta a paisagem como um traço de tinta escura, refletindo a iluminação da cidade como se fosse vidro líquido.
Bebo um gole do licor sentindo o líquido queimar a garganta, me sentindo um pouco desi