Uma mensagem de Caio vibra no meu celular, cortando o ritmo ensurdecedor da música eletrônica que pulsa pelas paredes da boate.
Harumi está em casa.
O aviso é curto, direto. Ele também registrou a hora exata em que ela saiu.
Caio não é segurança oficial, mas enxerga onde as câmeras não alcançam. Vê o que os outros fingem não ver.
E, ultimamente, minha paz depende disso. Dos olhos dele.
Não posso deixá-la solta por aí achando que o mundo é seguro. Porque não é.
E, francamente, não confio em ning