Escuto os passos se aproximando do quarto. Sei que é Miller... e Takeshi.
Fecho os olhos com força, tentando preparar minha mente. Me amaldiçoo por ainda me afetar. Já devia estar acostumada. Mas nunca estou. Nunca consigo.
A porta se abre com um rangido seco. Eles entram como donos de tudo, fecham a porta atrás de si com calma, como quem sela uma cela.
Me olham. Estou sentada no meio da cama, usando apenas uma camisola branca, fina como papel molhado. A transparência é proposital. Eles exigem