Rian operava silenciosamente no setor de análise biológica. Os instrumentos automatizados ao seu redor zumbiam em ciclos precisos, mas ele preferia confiar nos próprios sentidos. Seu corpo, antes um invólucro fragilizado, agora parecia funcional — adaptado, eficiente. As mãos deslizavam sobre os painéis translúcidos enquanto processava amostras, verificava fluxos, seguia protocolos que antes desconhecia, mas que agora lhe eram naturais, como se sempre houvesse pertencido àquela função.
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