Bruno, como se ainda não fosse suficiente, continuava a me dar mais detalhes.
— De manhã, eu estava dormindo, e ela estava muito barulhenta, gritando o tempo todo. A casa estava cheia de gente tentando acalmá-la, mas não conseguia. Eu estava irritado, então a empurrei para fora de casa. Talvez ela tenha sido pega pelo caminhão de lixo.
— Isso não é possível! Como assim?!
Eu balançava a cabeça, incrédula, quase convencida de que Bruno não faria algo assim, mas, ao mesmo tempo, não sabia bem no qu