Bruno se ajoelhou diante de mim, levantando um buquê de flores até a minha frente.
— Ana, se não fosse por eu te amar, talvez eu já tivesse morrido há três anos. Ver você, te proteger, era a única razão pela qual eu ainda estava vivo. Sei que não deveria culpar os fatores externos por tudo, mas, quando se trata de você, eu precisei agir como um verdadeiro sem-vergonha. Ana, nós perdemos tanto tempo... Uma esposa precisa de um marido, uma criança precisa de um pai! — Ele estendeu a mão, apontando