Ao empurrar a porta da sala de cirurgia, fui tomada por uma surpresa.
O homem, sempre tão nobre e orgulhoso, estava sendo imobilizado no chão por um grupo de estranhos.
Quando vi Bruno se debatendo com esforço, ofegante, com a boca aberta, respirando com dificuldade, minhas lágrimas começaram a cair sem que eu percebesse.
Eu e Bruno havíamos chegado a esse ponto.
Finalmente, ele me percebeu. Nossos olhares se encontraram no ar, mas, ao contrário do que costumava acontecer, agora tudo estava inve