Bruno deu um passo à frente e agarrou com força o colarinho do jaleco do médico.
— O que você disse? Fale isso novamente!
O médico suspirou, visivelmente sem saber o que fazer, e disse, com tom pesaroso:
— Aceite nossas condolências.
As mãos de Bruno começaram a tremer, e sua garganta se apertou. Ele queria questionar mais, mas as palavras ficaram presas, não saíam de sua boca, não desciam de sua garganta.
Ele empurrou o médico para o lado e, como um louco, correu em direção à sala de