Ele tinha razão. Eu não era tão destemida quanto fazia as pessoas acreditarem que eu era.
Ele tomou mais um gole da bebida. Isso era bom; eu precisava que ele estivesse o mais bêbado possível para a pergunta que eu estava prestes a fazer.
— Me diga… você alguma vez planejou me contar o que aconteceu com seus pais?
— Quer saber, pequena companheira?
— Sim, quero.
— E você vai saber, mas só se me contar como conseguiu essas cicatrizes.
Uma carranca se formou no meu rosto; eu estava de costas para