Entrei na sala de cura com uma bandeja de comida. Coloquei-a sobre a mesa.
— Como você está se sentindo? — Perguntei a Bailey.
Ela não parecia nada melhor do que estava no dia anterior; seu rosto continuava marcado, ela parecia alguém que tinha passado pelo inferno — e tinha mesmo.
— Eles consertaram os ossos que estavam quebrados, costuraram os ferimentos e os limparam — isso foi o melhor que puderam fazer. — Bailey respondeu depois de alguns momentos de silêncio.
— Eu... eu sinto muito pelo qu