Laís
A festa parecia não querer acabar. Depois do “sim”, a praça continuava vibrando, como se Santa Amora tivesse decidido parar o tempo para nos celebrar. As mesas estavam cobertas de bolo simples e vinho artesanal, crianças corriam com pétalas nas mãos e os amigos dançavam ao som do violão de Breno. Rafaela, já um pouco alegre com espumante, arrastava Gabriela para o meio da roda, enquanto Lucas tentava acompanhá-las batendo palmas, rindo do próprio descompasso.
Eu e Eduardo trocávamos olhare