O som do cristal rachando sob Aidan foi como um tiro de canhão no silêncio sepulcral do Templo de Marfim. O Sumo Sacerdote recuou, as vestes brancas roçando no mármore, enquanto seus olhos se arregalavam. A fenda no Altar do Equinócio brilhava com uma luz que não era nem o prateado puro das Celestes, nem o negro abissal dos Blackwood. Era uma cor âmbar, densa e líquida, que parecia pulsar com o próprio batimento cardíaco do bebê.
— O que vocês fizeram? — o Sacerdote gritou, a voz trêmula perd