O som que vinha das profundezas de Obsidian não era um estrondo, mas uma vibração persistente, como o ronronar de uma fera gigante. Killian já estava vestido com suas calças de combate, as mãos enfaixadas enquanto apertava o punho da espada de obsidiana. O suor frio brilhava em seu peito, mas não era de medo; era o instinto de um lobo que sabe que o território foi invadido.
— Você ouve isso, não ouve? — ele perguntou, a voz baixa, quase fundindo-se com o ruído das paredes.
Mariane terminava