“Alguns pecados não esperam o julgamento. Eles mesmos cobram sua pena.”
Nina sabia que estava cercada.
A cela não era fria o suficiente para apagar o calor da raiva que queimava por dentro. Ela, que um dia brindou em jantares de luxo, agora contava os segundos no silêncio úmido de um presídio. Mas não era o fim — ainda não.
Ela tinha nomes. E tinha dinheiro.
Naquela madrugada abafada, dois agentes entraram discretos. O olhar cúmplice. O bolso pesado. O valor pago não comprava inocência — compra