O dia começou com um sol pálido filtrando-se pelas cortinas do apartamento, mas Isadora não conseguiu sentir o calor habitual daquela luz suave. Estava sentada à mesa da cozinha, tentando forçar uma mordida na torrada que Lorenzo preparou com esmero, mas tudo em seu estômago parecia querer subir. O cheiro do café, antes confortante, agora era como um soco invisível no peito.
— Você não comeu nada. — Lorenzo comentou, com os olhos estreitos, como quem estudava um mistério.
Isadora tentou sorrir