106. Sem ela, não
ISADORA
Acordar sem Lorenzo a meu lado não foi bem o que eu desejava para aquela manhã. Cruzar a linha com Valentina não foi nada demais quando comparado a Lorenzo e eu termos cruzado a linha do sexo sem compromisso e termos caído na intimidade, no desejo compartilhado, na cumplicidade. Queria selar o momento acordando em seu abraço, mas, pela madrugada, saímos do quarto de Valentina: ele, em direção ao dele; eu, àquele que designaram como meu.
Quarto? Era uma prisão de luxo. Não por causa de L