104. Nem Para Sempre Nem Nunca Mais
ISADORA
Meu fôlego havia voltado ao normal. Se eu era uma pessoa de toques, Lorenzo era de meter — com carinho, com beijos, com posições para mim prazerosas, mas com um desejo latente de permanecer dentro de mim.
Mesmo com a noite fria, seu peito cheirava a suor que nós dois produzimos no nosso ato. O perfume posto para o jantar desapareceu, até mesmo o cheiro de Valentina em seus lençóis foi desaparecendo. Restou o cheiro da nossa entrega.
Eu havia tirado a aliança dele na noite anterior.
Diss