VICTOR STERLLING
O ar no carro pareceu ainda mais gelado quando Isadora finalmente saiu das Indústrias Sterlling.
Eu fiquei ali, parado, os dedos ainda pressionando o ponto no ouvido, a respiração presa. O silêncio era pesado. O eco dos passos dela se afastando. O som da porta do escritório se fechando. O barulho do elevador.
Ela tinha saído.
Ela tinha conseguido.
O arquivo estava com ela.
Eu devia estar aliviado. Devia estar pensando no próximo passo, nos arquivos, na vingança, na empresa que