237. Nunca Consegui Desistir
Observo Lorenzo contar meus tiros com um sorriso satisfeito, como se fosse ele quem estivesse acertando o alvo.
Não sei se isso se deve ao fato de estarmos aqui há umas quatro horas, ou se ele realmente está feliz com minha dedicação.
— Oito — ele diz, vendo meu último tiro acertar próximo ao centro do alvo. — Mais dois e você ganha seu prêmio.
— Estou começando a suspeitar que você está dificultando de propósito — digo, recarregando a arma do jeito que ele me ensinou.
— Eu? — finge inocênc