195. Química Escondida Sob o Ódio
Voltamos para a empresa uma hora depois, e, assim que entro na sala, Lorenzo levanta os olhos imediatamente.
— Como foi o café? — pergunta, deixando a caneta de lado. — Sua mãe desconfiou de algo?
— Não, ela não desconfiou — respondo, me sentando na minha mesa. — Ela teve certeza.
Ele solta uma risada baixa, se inclina na cadeira e cruza os braços, claramente se divertindo.
— E mesmo assim você está viva? Considerando que sua mãe é uma Bianchi, estou impressionado.
— Ela disse que sabia que iss