Mundo ficciónIniciar sesiónEu nunca soube lidar com a intensidade do que sentia por Isadora. Desde o primeiro dia, quando aquele contrato improvável nos uniu, percebi que havia algo nela que me desconcertava. Talvez fosse a forma como ela sorria quando queria disfarçar o nervosismo, ou o brilho insistente dos olhos, mesmo depois de tanto sofrer. Eu deveria ter mantido distância. Era só um acordo, afinal. Mas cada gesto dela me atravessava como se fosse pessoal, como se me pertencesse.
No começo, eu repeti para






