Se havia algo que eu havia aprendido nos últimos dias, era que a linha entre encenação e realidade estava cada vez mais frágil. Depois do evento, das aparições em público e daquela conversa sobre ciúmes, eu passei noites em claro tentando repetir para mim mesma que tudo não passava de um contrato. Que cada sorriso dele, cada aproximação calculada, era apenas parte do acordo.
Mas repetir não é o mesmo que acreditar.
Ainda assim, no fundo, eu sabia que não podia me deixar levar. O problema é que