Achei que depois do parque, Pedro diminuiria o ritmo dessas surpresas.
Mas, aparentemente, ele tinha colocado minha paciência como novo projeto pessoal.
Era sábado de manhã, e eu estava no sofá, com Bento dormindo em cima das minhas pernas, quando alguém bateu à porta. O coração acelerou antes mesmo de eu ver quem era.
Quando abri, lá estava ele, com um saco de papel na mão e um sorriso satisfeito.
— Trouxe café da manhã. — anunciou, como se isso explicasse tudo.
— E o motivo? — perguntei,