Acordei com o Bento pulando em cima da minha barriga como se estivesse atrasado para um compromisso urgente, provavelmente com a ração. Grunhi, tentando empurrá-lo para o lado sem muito sucesso.
— Bom dia pra você também, pestinha — murmurei, os olhos ainda fechados.
Enquanto ele ronronava triunfante no topo da minha costela, peguei o celular e destravei a tela com dificuldade. Esperava alguma notificação do trabalho ou um áudio interminável da minha mãe. Mas era uma mensagem de Pedro.
Pedro:
"