Dentro da UTI, a cena era de tensão absoluta. O monitor cardíaco apitava em som contínuo, e o corpo frágil de Cristina jazia imóvel na maca, cercado por médicos e enfermeiras que agiam com precisão e rapidez.
— Parada cardíaca confirmada! — gritou o médico responsável. — Adrenalina, agora!
Uma das enfermeiras entregou a seringa, e ele aplicou rapidamente a medicação no acesso venoso. O silêncio só era quebrado pelo barulho dos aparelhos e pelas ordens sendo dadas. O desfibrilador foi preparado,