O ar do clube, antes carregado de cloro e gritaria infantil, agora parecia vibrar com a energia do meu ataque. Saiamos de lá sob uma mistura de olhares chocados, recriminadores e, em alguns poucos rostos, divertidos. Eva, enfaixada em sua toalha de capuz com orelhinhas de coelho, balançava a mãozinha para o professor, completamente alheia ao pequeno escândalo que sua quase-babá havia causado.
Dentro do carro, o silêncio foi quebrado pelo riso abafado de Eva, contando sobre um colega que engoliu