A mão de Dante na minha era um ponto de calor, uma âncora que me impedia de flutuar de volta para o pânico. Caminhamos de volta para a área da piscina, lado a lado, e o mundo externo parecia ter se ajustado. A água ainda brilhava, as crianças ainda riam, Eva ainda nadava com determinação. Era uma normalidade fabricada, mas eu me agarrei a ela.
Nos sentamos em um banco afastado, ainda de mãos dadas, observando Eva. O silêncio entre nós era diferente agora. Carregado do que ele quase confessou no