Seis meses depois.
O sol entrava pelas janelas da mansão como se tivesse pressa de começar o dia. As cortinas de linho claro balançavam com o vento suave da manhã, deixando entrar a luz dourada que pintava os móveis de madeira, os quadros nas paredes, os tapetes felpudos.
A casa estava viva.
Não era mais aquela mansão silenciosa e vazia dos tempos de Helen. Agora havia risadas vindas da cozinha, passos correndo pelo corredor, o barulho de talheres na mesa do café. Havia cheiro de pão fresco, de