A mansão dos Magnelith estava silenciosa quando cheguei.
O sol da manhã entrava pelas janelas altas, pintando o mármore do hall em tons dourados. Os lustres de cristal brilhavam, indiferentes. As flores nos vasos estavam frescas, trocadas naquela manhã. A casa parecia viva, mas o dono não estava mais ali.
Cada passo ecoava no piso de pedra. Cada sombra parecia guardar uma memória. Meu pai tinha caminhado por esses corredores. Tinha rido nessas salas. Tinha sofrido nesses cantos.
E agora, eu est