HELLEN
O mundo parou novamente.
Meu olhar voou para a porta do banheiro, fechada, silenciosa. Dentro, um homem. Um homem com o cheiro de mim ainda na pele. Um homem que poderia, com um único descuido, um único espirro, um único passo fora de lugar, destruir tudo.
O sorriso congelou no meu rosto. O sangue bateu nos meus ouvidos.
Valéria me olhava, sua expressão ainda benigna, esperando.
Eu tinha duas opções. Dizer não, e despertar suspeitas que ela nunca esqueceria. Ou dizer sim, e rezar para qu