A noite ainda não havia se dissipado por completo quando Ysolda veio até ela.
Líria estava sentada à margem do pátio de pedra, os pés descalços tocando o chão frio, o corpo envolto em panos simples que escondiam mais do que protegiam. O sangue já havia sido limpo, as feridas tratadas pela loba curandeira, mas a exaustão permanecia entranhada em seus ossos. A marca em seu braço, agora claramente visível mesmo sob o tecido, pulsava com um brilho suave, constante — como uma respiração que não lhe