O círculo estava fechado.
Não de pedra — não apenas.
Mas de intenção.
Sete presenças ocupavam os assentos talhados na rocha ancestral, dispostos ao redor do fogo baixo que ardia sem lenha visível. As chamas não crepitavam. Apenas existiam, pálidas, azuladas, como se queimassem algo que não pertencia àquele mundo.
Acima deles, o céu permanecia errado.
A lua — grande demais, brilhante demais — pairava como um olho que se recusava a fechar.
Ysolda foi a primeira a falar.
— A lua não mente —