Parte 127...
Aurora
A porta da frente bateu devagar. Gisele estava com minha mãe na varanda da casa da piscina, então fui eu quem ouviu primeiro os passos no piso de mármore.
— Domenico? - chamei da escada, já descendo. — Você chegou...
Parei ao vê-lo. A manga da camisa enrolada até o cotovelo, um corte discreto no braço direito, sujo de sangue seco. O rosto com um leve arranhão perto da mandíbula. E aquela expressão. A que ele fazia quando não queria me preocupar. Exatamente essa.
— Que merda