O tempo parecia ter parado na cela de pedra — até que uma parte da parede cedeu.
O som foi baixo, abafado pelo peso da umidade, mas suficiente para fazer o coração de Selena saltar no peito. A abertura surgiu atrás de uma pedra solta. Lá estava Sarya, meio encoberta pela escuridão, com um olhar que misturava pressa e promessa.
— Agora, Selena. Não temos tempo.
Selena não hesitou. Enfiou a pulseira da mãe sob a manga, agarrou o pano de seu vestido e rastejou pela fenda.
O túnel era úmido