A mata estava quieta demais para uma noite de lua minguante. Mas o silêncio não era paz. Era conspiração.
Theron esperava entre as pedras negras, em um ponto esquecido da fronteira, onde as raízes antigas ainda sabiam o gosto do sangue derramado. Ele não precisou chamar. Os outros vieram. Sempre vinham.
Um a um, os lobos do antigo clã de Kael surgiram das sombras, os rostos cobertos, mas os olhos expostos. Olhos que odiavam. Que lembravam.
— Estão todos? — perguntou Theron, direto.
— Os que