— Então, — Gregor prosseguiu — ontem à noite, depois que o jantar terminou, eu percebi. Sua reação. — Gregor assobiou baixo, quase como se estivesse saboreando cada palavra.
Olhei de soslaio para Erick. Suas mãos estavam cerradas em punhos, os nós dos dedos brancos de raiva contida. O ar parecia pesado, denso, como se cada respiração pudesse explodir em conflito. Ele estava… furioso. E isso me fez tremer.
— Eu entendi, Erick. — Ele passa a mão nos olhos como se estivesse cansado. — Você de